quarta-feira, junho 18, 2008
linda e fina
Um travesti foi preso numa situação inusitada na madrugada de ontem. Ele arrombou a vitrine de uma loja para furtar uma peruca de manequim. O acusado foi detido ainda dentro do estabelecimento. A polícia suspeita que ele pretendia levar também peças de roupas.
A Polícia Militar recebeu uma ligação anônima, relatando que ladrões haviam arrombado uma loja de roupas na Rua São Paulo, na Vila Aparecida e ainda estavam em seu interior. Soldados que faziam patrulhamento nas imediações foram para o local e surpreenderam o travesti AAS, 18, dentro da loja. Perto dele, foram encontradas várias peças de roupas. Elas estavam separadas e jogadas num canto da loja.
O travesti confessou que iria furtar o estabelecimento, mas que não estava sozinho. Uma outra pessoa, que ele não quis falar o nome, teria ajudado a entrar no local, mas fugiu antes da chegada da polícia. Segundo o rapaz, ele não iria pegar as roupas e sim a peça do manequim. “Eu só queria a peruca. Eu ia ficar linda e fina meu bem (sic)”, disse o acusado.
AAS, que já esteve preso também por furto, foi levado ao plantão e autuado em flagrante. Ele foi recolhido à cadeia do Jardim Guanabara.
quinta-feira, maio 08, 2008
Tiago Brandão/Comércio da Franca
OS ACUSADOS - Apontado como autor dos disparos, Tiago Ribeiro confessou o crime informalmente e mudou de versão ao ser orientado por advogado
O esclarecimento do assassinato revelou o que muitos advogados são capazes de fazer para livrar a pele de seus clientes. Ranieri Soares foi o primeiro a prestar depoimento à polícia. Acompanhado de uma advogada, disse que a intenção da dupla era apenas roubar. “Eu peguei a carteira e o celular do rapaz dentro do veículo. No momento que virei as costas, o Tiago efetuou os disparos. Ele me falou que o rapaz tentou reagir, mas, em momento algum, vi isto”.
Enquanto Ranieri era ouvido, Tiago comeu espetinhos de carne pagos por investigadores e recusou esfihas do Habib’s. “Obrigado, senhor, estou satisfeito”. Algemado, sentou-se no sofá de espera. Enquanto fumava e bocejava, fez revelações à reportagem do Comércio.
Disse que é amasiado e pai de uma criança de 3 anos. Alegou que a confissão serviria para tirar um peso de suas costas e aliviá-lo. “Estou sentido. Não queria matar. Se a intenção fosse esta, teria atirado no menino. Aconteceu que o rapaz fez um gesto como se fosse colocar a mão no bolso. Daí, atirei nele”.
Minutos depois, seu advogado, Antônio César Souza, chegou à delegacia e se reuniu a portas fechadas com o cliente. Ao saírem, Tiago se virou para os policiais e informou que havia sido orientado a negar qualquer participação no crime. O delegado Márcio Murari se surpreendeu. “Mas, como? Você já contou tudo!”
Tiago voltou a falar publicamente que não queria matar e que se assustou com a reação do comerciante. “Tanto faz, agora, se você tinha intenção ou não”, rebateu o advogado. O delegado tentou convencê-lo a admitir o crime. “Quem confessa, tem atenuante”.
NA DEFENSIVA - Ranieri Soares incriminou o comparsa e alegou que pretendiam apenas roubar
Tiago ficou em dúvida e pediu ajuda ao advogado. “O que é melhor doutor?”
Sem se importar com a presença de quase uma dezena de policiais e de dois jornalistas do Comércio, Antônio César orientou o cliente a mentir para escapar de uma pesada condenação. “Se você confessar, cê tá fu... (sic)”. Perdido, Tiago voltou a perguntar para o advogado qual a melhor decisão a tomar. “Você vai prestar um depoimento e vai negar. Se confessar aqui, lá embaixo (no Fórum) não tem o que fazer mais. Se juntar a confissão e as provas que vocês (policiais) alegam que têm, um abraço”.
O diálogo durou cerca de cinco minutos e foi gravado pelo Comércio. Instantes depois, Tiago entrou na sala para prestar o depoimento formal. Fez como o advogado mandou. “Eu não estava no local e vocês (policiais) estão enganados”.
quarta-feira, abril 30, 2008
o cão foi quem botou pra nois beber
Sapateiro enche a cara, ‘vê ladrão’ e se atola em lamaçal
O fim foi cômico. Poderia ter sido trágico. Um sapateiro tomou umas “biritas” a mais e chegou em casa muito louco. Disse para a mulher que havia visto um ladrão rondando o local. Na dúvida, ela chamou a polícia. Acabou foi arrumando uma grande confusão.
Ao avistar a viatura, ele saiu correndo e desapareceu no meio do mato. Só foi encontrado uma hora depois. Estava atolado em uma represa com barro até o pescoço. Se não fosse resgatado a tempo pelos PMs teria morrido afogado.
A inusitada ocorrência se deu em um condomínio de chácaras localizado na zona rural de Cristais Paulista. Já passava das 20 horas e estava escuro quando o sapateiro, de 37 anos, chamou sua companheira, também sapateira, de 32 anos, e fez a revelação. “Mulher, mulher, tem um homem tentando entrar em casa”. A polícia foi comunicada. “Quando chegamos, ele estava perto da mata e dizia: ‘Olha ele aqui, olha ele aqui’. Corremos atrás para impedir que entrasse (na mata) e pedimos para que voltasse. Não adiantou”, contou o soldado Jair.
Como não havia condições de segurança, o policial não entrou e chamou reforço. A mata é fechada e de difícil acesso. Pouco tempo depois, uma viatura de Franca chegou para ajudar. “Andamos um certo tempo e começamos a chamar pelo seu nome. De repente, ouvimos gritos de socorro vindos de longe. Segui em frente e percebi que sua voz estava cada vez mais perto. Ele dizia: ‘Estou aqui, estou aqui’. Foi quando o encontrei atolado em uma represa”, contou o soldado Arcari.
O sapateiro se agarrava em arbustos nas margens e estava com água até o pescoço. Com um galho de árvore, o policial conseguiu resgatá-lo. A vítima tinha machucados nas pernas e nos braços. Aparentava estar embriagada. “Foi por Deus mesmo que o encontramos. Acredito que, se desse mais um passo ou se afundasse, o rapaz poderia ter morrido. O local é uma espécie de pântano. Eu mesmo me atolei até os joelhos e me feri”, finalizou Arcari.
De acordo com os policias, devido ao estado em que o sapateiro se encontrava, não foi possível colher sua versão dos fatos, bem como sua assinatura. A PM destacou no BO que a embriaguez da vítima colocou em dúvida a existência do suposto ladrão.
quarta-feira, abril 16, 2008
tem que mostrar quem manda
O desempregado AEF, 33, morador na Vila Scarabucci, protagonizou uma cena inusitada na tarde de ontem. Ele agrediu a mulher com socos e chutes na porta da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher).
Investigadores escutaram o pedido de socorro da sapateira LCO, 31 anos. O valentão foi preso em flagrante. A situação inédita aconteceu quando o desempregado foi intimado a comparecer na delegacia para depor.
Ele foi denunciado por uma de suas irmãs por estar fazendo ameaças aos próprios pais. Ao chegar na DDM, AEF ficou revoltado ao ver sua mulher, a sapateira LCO, acompanhar sua irmã. “Ele pensou que ela estava depondo contra ele, mas na verdade ela só estava na companhia da outra. Eles começaram a discutir ainda dentro da delegacia. Ao sair, o casal começou a brigar e o homem passou a agredir a mulher com socos e chutes”, disse a delegada Graciela de Lourdes David Ambrósio.
Funcionários da delegacia escutaram os gritos de socorro da sapateira e saíram para ver o que estava acontecendo. Eles flagraram o rapaz batendo na mulher. Ele foi algemado e apresentado novamente à delegada. “Como já tem outras passagens por agressões eu arbitrei a fiança máxima de R$ 1,2 mil. Como não tinha dinheiro foi recolhido à cadeia do Guanabara. Isso que ele fez é inaceitável. Não tem respeito com a mulher”, disse a delegada
to de inocente, senhor
O desempregado Gedson Pereira Rodrigues confessou que brigou com o pai depois que ele quis acabar com sua festa de aniversário, mas negou que o tenha tentado matar. A briga começou no momento em que o mecânico desligou o som. Viciado em drogas, o rapaz disse que realmente fumava maconha no quintal de sua casa junto com seus convidados.
Comércio da Franca - O que aconteceu na festa de seu aniversário?
Gedson Rodrigues - Eu estava lá em casa tranqüilo, ouvindo o som, quando meu pai encanou. Entendeu?
Comércio - Como assim?
Gedson - Ah. Ele foi lá no quintal e desligou o som.
Comércio - E o que você fez?
Gedson - Eu falei para ele não fazer aquilo. Ou! é meu aniversário hoje e tô completando 20 anos. Liguei a música e falei para ele que iria continuar a festa.
Comércio - Como era sua festa?
Gedson - Eu estava com meus amigos bebendo o que tinha que beber e usando drogas.
Comércio - Que tipo de drogas?
Gedson - Maconha. Eu e meus colega fumava maconha senhor.
Comércio - Como começou a briga com seu pai?
Gedson - Eu saí para buscar mais cerveja e, quando voltei, ele havia desligado o som de novo. É meu aniversário e ele não deixou eu curtir com meus amigos.
Comércio - Você jogou gasolina nele e pretendia atear fogo?
Gedson - Eu não ia colocar fogo nele não. A gasolina caiu nele durante a briga. Eu também estou molhado. Não tenho nada com isso.
Comércio - Onde você achou a garrafa com gasolina?
Gedson - A garrafa é dele. Ele usava para limpar peças. Eu peguei ela para colocar gasolina na moto. Meu pai veio e, na briga, a gasolina caiu nele.
Comércio - Mas você queria colocar fogo nele?
Gedson - Não. Jamais iria colocar fogo no meu pai. Tô de inocente.
é incrível o poder milagreiro da nossa cidade...
desculpem o humor negro... não resisti...
leiam primeiro a matéria do comércio da franca de hoje
Vereadores barram projeto contra nepotismo
Arquivo
Luiz Carlos Fernandes travou discussão acirrada com a vereadora Graciela Ambrósio na sessão de ontem. “Nunca me senti tão humilhado”, disse, referindo-se à declaração dada pela vereadora em entrevista ao Comércio
Por nove votos a três, o projeto de lei contra o nepotismo, apresentado pela vereadora Graciela Ambrósio (PP), foi rejeitado. O objetivo da matéria era proibir a contratação pela Prefeitura de empresas cujos donos e funcionários tivessem parentesco em até terceiro grau com prefeito, vice, secretários municipais e vereadores. Com a rejeição, a prática poderá continuar a ser adotada livremente.
Toda a base aliada a Sidnei Rocha (PSDB) foi contrária à iniciativa. Disseram que o projeto prejudicaria a geração de empregos e a arrecadação de impostos na cidade, já que a participação de empresas locais nas licitações ficaria comprometida. “Ela (Graciela) estendeu de tal forma (...) que estaríamos dando oportunidade para que empresas de fora façam obras na cidade e tragam seus trabalhadores”, disse Jepy Pereira (PSDB).
A argumentação destes vereadores é frágil. Basta verificar que as próprias empresas locais não têm dado muita importância às licitações da Prefeitura. Tanto que processos como da ponte do Jardim Veneza, da Expoagro e da ponte do Residencial Amazonas não registraram interessados.
Graciela lamentou a rejeição do projeto e disse que sua intenção era “moralizar” a administração pública. “Não queremos que essas empresas sirvam de cabide de empregos para apadrinhados políticos, etc. A Câmara perdeu a oportunidade de demonstrar sua autonomia”, disse.
A vereadora conseguiu aprovar, em contrapartida, uma matéria que obriga a Prefeitura a enviar balancetes mensais com receitas e despesas à Câmara e divulgar os números em seu site oficial. O texto foi aprovado por unanimidade. Atualmente, tal prestação de contas é feita aos vereadores uma vez ao ano.
Outros quatro projetos foram aprovados ontem. Dois do vereador Marcelo Caleiro (PMDB), dando nomes a uma rua e uma área de lazer no Parque Moema; um de Jepy, que cria mural de empregos na Câmara; e um de Graciela, que reserva espaço no novo prédio do Legislativo para a instalação e funcionamento do núcleo de inclusão digital “Jornalista Corrêa Neves”.
SURDOS-MUDOS
Depois de tomar um “bolo” dos vereadores na terça-feira passada, ontem, um grupo de surdos-mudos ligados à Apada (Associação dos Pais e Amigos dos Deficientes Auditivos) pôde reivindicar, na tribuna da Câmara, apoio dos vereadores para a exigência de intérpretes da linguagem de sinais em escolas da rede pública municipal, o que já é lei. Solicitaram, ainda, ajuda para a implantação de um centro de atendimento à surdez.
Desta vez, os parlamentares ouviram a presidente da Apada, Isabel Alves de Souza, e prometeram apoio à causa. “Temos que nos desculpar com vocês. Eu, como vice-presidente, peço desculpas”, disse Marcelo Valim (PSDB).
agora atentem para o final da notícia... esqueçam a calhordice do nepotismo...
franca é um lugar tão incrível que até surdo-mudo fala...
e viva a terrinha...
sexta-feira, agosto 31, 2007
Amor ao Trabalho?!?
Uma cena no mínimo muito estranha foi presenciada na madrugada desta sexta-feira por uma dona-de-casa de Franca. Ao ouvir um barulho no quintal de sua casa, levantou da cama e foi ver o que acontecia. Teve então uma tremenda surpresa ao se deparar com o vizinho, um pedreiro de 59 anos, transando com o muro.
A cena deixou a mulher perplexa e de imediato ela acionou a polícia. Ela contou que o vizinho, A.G.M, estava com suas partes íntimas de fora penetrando um buraco no muro, sussurrando e acariciando a parede bastante áspera. O mais incrível é que levado ao plantão policial, o acusado confessou tudo e garantiu que estava arrependido.
Já a mulher contou que há tempos vinha desconfiando dos comportamentos estranhos do vizinho, que teria mexido com sua filha de apenas dez anos há poucos dias quando a mesma voltava de uma padaria. Entretanto, ela diz que não esperava nunca ter visto uma cena tão grotesca como a que presenciou no muro que divide sua casa com a do pedreiro, na rua Egídio de Castro Oliveira,no Jardim Aeroporto.
O escrivão de polícia Rogério Primo contou que o acusado já esteve preso por atentado violento ao pudor. Dessa vez acabou indiciado por importunação ofensiva ao pudor e liberado algumas horas depois e, ao contrário do que se imagina, não apresentava sinais de qualquer tipo de distúrbio mental.
Antes de deixar a delegacia, durante o período em que permaneceu no local, o pedreiro ficou de "castigo" lendo um livro religioso sobre direitos humanos que fica plantão policial. E ao deixar o distrito garantiu ter aprendido muito com a obra. De todo modo será investigado pela polícia, que quer saber se ele não está envolvido em algum outro crime de ordem sexual registrado na região.
Comentário: Não tinha nada macio para o intrépido pedreiro inserir o seu membro, muro deve machucar! ou será que ele, num surto Michelangelano, achando sua obra tão perfeita que ao invés de falar: Parla!, resolveu falar: Chupa!
Barrado no Baile
O ex-prefeito de Patrocínio Paulista Henrique Lopes está proibido pela Justiça de frequentar bares, boates e casas de prostituição. Em decisão tomada no dia 13 de agosto, o juiz Fernando da Fonseca Gajardoni sentenciou: Lopes deve ficar longe de qualquer boteco pelos próximos dois anos. A inesperada sentença é como se fosse uma troca. O ex-prefeito foi processado criminalmente pelo Ministério Público por ter deixado uma dívida de R$ 1,037 milhão -para seu sucessor no fim do seu mandato em 2004 - sem previsão de receita para cobrir o rombo. Para que o processo fosse suspenso, o MP e Henrique Lopes concordaram com a decisão do juiz.
A restrição é comum para casos como os de brigas de torcidas, discussões em bares e agressão, mas é rara para processos que tratam de finanças públicas. Segundo a lei, em crimes em que a pena mínima for igual ou inferior a um ano, o Ministério Público pode propor a suspensão do processo. No caso, Lopes trocou a manutenção do processo que poderia ter anos de duração e terminar de maneira indesejada, por uma pena alternativa, a proibição de frequentar bares, boates e prostíbulos. Além disso, ele não pode se afastar sem autorização judicial de Patrocínio por mais de 15 dias, exceto a trabalho, e deve se apresentar a cada três meses no fórum local para prestar esclarecimentos.
Para o ex-prefeito, as condições serão facilmente cumpridas. “Não me traz nenhum prejuízo. São exigências do acordo. Não freqüentar prostíbulos é uma proibição que para mim não vai ter efeito nenhum, porque eu já não freqüento mesmo. Essa proibição já é da minha mulher”, disse ele na tarde de ontem.
Para o promotor de Justiça responsável pela acusação, Christiano de Andrade, a penalização é comum mesmo para políticos. “O acordo é feito principalmente nos casos em que o réu é primário e que não tenha sido processado anteriormente”. O promotor disse ainda que o ex-prefeito - que responde ainda por outros dois processos de improbidade administrativa - não foi condenado pelo crime, já que o processo foi suspenso e não houve julgamento.
Com isso, Henrique Lopes - que atualmente trabalha na Prefeitura de São Paulo a serviço da Secretaria de Obras daquela cidade - não perde o direito de concorrer às eleições municipais do próximo ano. “Sou candidato a prefeito em Patrocínio em 2008”, disse o político.
Comentário: A "bizarrice" de Franca influencia até as cidades da região!
quarta-feira, abril 18, 2007
Homem morre ao cair sentado em desentupidor
Sem comentários!
segunda-feira, março 05, 2007
Corno Alto-Falante
Traído, marido parte para a briga e apanha do Ricardão
http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=14393
Uma tremenda confusão foi registrada no Plantão de Polícia durante a noite de ontem. Após descobrir que a mulher não era tão casta quanto deveria, o marido procurou o amante e resolver lavar a honra na porrada. O problema é que, humilhado pela infidelidade, ainda levou a pior com o “Ricardão” e acabou sendo vítima de agressão. Ele levou uma pedrada na cabeça e teve que ser medicado no “Dr.Janjão”.O marido, JRSO, 43, pintor, mora em um bairro da zona leste. Ele estranhou as constantes saídas noturnas da mulher, que dizia que ia trabalhar, e, noite de quinta-feira, resolveu segui-la e teve uma desagradável surpresa. A mulher foi vista pelo marido entrando na casa do amante no Bairro Santa Luzia. Quando descobriu a verdade, o pintor ficou furioso e chamou-a no portão da residência do “Ricardão”.Enfurecido ao saber da traição, o pintor começou a brigar com a mulher. O amante tomou as dores da companheira e passou a agredir o marido ciumento. Segundo a polícia, ele pegou um pedra e jogou contra a cabeça do pintor, que sofreu um corte profundo no couro cabeludo e foi medicado no Pronto-Socorro. Após sair do hospital, a vítima foi até o Plantão Policial onde registrou a ocorrência de agressão. A mulher fugiu e não foi localizada.
Jornal Comércio da Franca de 3 de março de 2007